Vídeo: Kneecap lança “No Comment” e confronta Estado britânico
O grupo irlandês de rap Kneecap está de volta com o provocativo single “No Comment”, uma resposta direta à acusação de terrorismo contra o integrante Mo Chara (Liam Óg Ó hAnnaidh), que foi recentemente anulada pela Justiça britânica. A faixa, produzida em parceria com Sub Focus, está sendo apresentada ao vivo na turnê esgotada do grupo pela Europa e Reino Unido.
Em uma postagem contundente no Instagram, o Kneecap descreveu a música como uma reação à “caça às bruxas policial” contra Mo Chara, incluindo slogans como “Free Palestine. Free the 6 counties. Fuck the peelers.” Em entrevista à Pitchfork, o grupo afirmou: “‘No Comment’ fala sobre ser assediado pelo Estado britânico. Simples assim. Nós, irlandeses, estamos acostumados isso acontece há séculos.”
O caso judicial teve origem na acusação de que Mo Chara teria exibido uma bandeira do Hezbollah durante um show em Londres, em novembro de 2024. No entanto, a polícia só foi informada do suposto incidente em abril de 2025, após a polêmica apresentação do grupo no Coachella, onde criticaram Israel e a guerra em Gaza. A acusação foi formalizada em maio um dia após o prazo legal de seis meses e a defesa pediu a anulação. O juiz Paul Goldspring acatou o pedido, classificando a acusação como “ilegal e nula”.
Vídeo: Kneecap lança “No Comment” e confronta Estado britânico
O grupo irlandês de rap Kneecap está de volta com o provocativo single “No Comment”, uma resposta direta à acusação de terrorismo contra o integrante Mo Chara (Liam Óg Ó hAnnaidh), que foi recentemente anulada pela Justiça britânica. A faixa, produzida em parceria com Sub Focus, está sendo apresentada ao vivo na turnê esgotada do grupo pela Europa e Reino Unido.
Em uma postagem contundente no Instagram, o Kneecap descreveu a música como uma reação à “caça às bruxas policial” contra Mo Chara, incluindo slogans como “Free Palestine. Free the 6 counties. Fuck the peelers.” Em entrevista à Pitchfork, o grupo afirmou: “‘No Comment’ fala sobre ser assediado pelo Estado britânico. Simples assim. Nós, irlandeses, estamos acostumados isso acontece há séculos.”
O caso judicial teve origem na acusação de que Mo Chara teria exibido uma bandeira do Hezbollah durante um show em Londres, em novembro de 2024. No entanto, a polícia só foi informada do suposto incidente em abril de 2025, após a polêmica apresentação do grupo no Coachella, onde criticaram Israel e a guerra em Gaza. A acusação foi formalizada em maio um dia após o prazo legal de seis meses e a defesa pediu a anulação. O juiz Paul Goldspring acatou o pedido, classificando a acusação como “ilegal e nula”.
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