A investigação sobre a morte de Kurt Cobain, vocalista do Nirvana, voltou a ser discutida após o surgimento de novas alegações relacionadas ao trabalho da polícia de Seattle. Segundo o jornal California Post, o Gabinete de Responsabilização Policial da cidade apura um relato envolvendo o ex-chefe de polícia Shon Barnes.
As alegações surgiram após uma reunião realizada em novembro de 2025 entre Barnes e integrantes do grupo independente “Who Killed Kurt?”, que defende a reabertura do caso. Segundo o relato, o ex-chefe teria reconhecido possíveis contradições entre as evidências coletadas e as conclusões da investigação original.
Entre os questionamentos apresentados pelo grupo está a suposta ausência de sangue na mão esquerda do músico. A interpretação dos pesquisadores, entretanto, não constitui prova de homicídio.
Cobain foi encontrado morto em sua residência, em Seattle, em abril de 1994, aos 27 anos. A conclusão oficial foi de suicídio, mantida após uma revisão realizada em 2014. Em janeiro de 2026, a polícia informou que não reabriria o caso.
A apuração atual busca esclarecer a atuação das autoridades diante das novas alegações e não representa uma reabertura da investigação criminal. Até o momento, não foram apresentadas provas conclusivas que contrariem a determinação oficial sobre a morte do músico.