Apesar de o Megadeth ter anunciado que seu álbum homônimo de 2026 e a turnê mundial seriam o capítulo final da trajetória da banda, o baixista James LoMenzo admitiu que novas músicas ainda podem surgir no futuro.
Em entrevista à Loud And Proud Italy, LoMenzo explicou que, embora a intenção seja encerrar a história da banda de forma apropriada, nada impede que o grupo volte a compor: “Não existe nenhuma lei que nos impeça de fazer música da maneira como a fazemos. As grandes bandas que amamos saíam em turnê, alugavam um estúdio, gravavam algo e, eventualmente, tinham material suficiente para metade de um álbum. Isso é totalmente possível.”
O baixista ressaltou que não houve discussões internas sobre novas composições além da campanha de despedida, mas enfatizou que não há barreiras legais ou criativas para que isso aconteça. Ao mesmo tempo, garantiu que o álbum e a turnê de 2026 não são uma jogada de marketing, como já ocorreu com outras bandas em “últimas turnês”: “Dave [Mustaine] está irredutível quanto a isso. Não estamos fazendo para lucrar. Estamos fazendo para sermos sinceros e encerrar o legado.” Essa filosofia também influenciou a decisão de nomear o disco simplesmente como Megadeth, considerado por LoMenzo o título lógico para marcar o ápice da carreira da banda.