Nos últimos meses, a banda Dogma tem sido alvo de uma série de denúncias públicas feitas por ex-integrantes, revelando um cenário de conflitos internos e práticas questionáveis por parte da equipe de gerenciamento. Entre as acusações estão:
A situação culminou na saída coletiva de Grace Jane Pasturini (Lilith), Amber Maldonado (Lamia) e Patri Grief (Rusalka), que explicaram publicamente os motivos de sua decisão.
Além disso, a vocalista original do Dogma, Isa Roddy, publicou um comunicado em 27 de novembro detalhando sua experiência. Ela afirmou que, apesar de ter sido peça fundamental na construção da identidade artística inicial da banda, fornecendo vocais, ideias criativas e elementos estéticos para a personagem Lilith I, nunca recebeu remuneração por suas contribuições.
Roddy destacou que o único contrato oferecido a ela foi de “músico de estúdio”, destinado apenas a apresentações ao vivo, que nunca chegaram a acontecer. Mesmo após sua saída em 2022, trechos de sua voz continuaram sendo usados em materiais lançados e apresentações ao vivo sem sua autorização explícita.
- Falta de vistos de viagem para turnês, que resultou na detenção e deportação de músicos.
- Sexualização excessiva e desnecessária dos membros.
- Remuneração inadequada e contratos abusivos.
- Uso de roteiros de inteligência artificial em entrevistas.
- Ausência de pagamento justo ou compensação financeira.