Punk In The Park: doação de organizador a Donald Trump faz bandas saírem do Line Up

A controvérsia envolvendo o festival Punk In The Park ganhou força após a revelação de que Cameron Collins, proprietário da produtora Brew Ha Ha e organizador do evento, fez uma doação pessoal de US$ 225 à campanha presidencial de Donald Trump em 2024. A descoberta, divulgada por Brandon Alan Lewis da Punkerton Records com base em registros da Comissão Eleitoral Federal, gerou forte reação na comunidade punk, levando bandas como Dropkick Murphys, Destiny Bond e Time Heist a se retirarem do lineup.

A repercussão resultou em uma petição pedindo o encerramento do festival, que já ultrapassou mil assinaturas. Para muitos fãs e artistas, o apoio a Trump contraria os valores históricos do punk, como antiautoritarismo, ativismo e inclusão. Em resposta, Collins publicou uma declaração afirmando que o festival nunca doou e nunca doará para campanhas políticas, e que sua contribuição foi motivada por questões específicas como o fim de guerras, redução de impostos e contenção do governo.

Collins também destacou que o festival apoia causas sociais como Punk Rock Saves Lives e Big Brother Big Sister, e que emprega pessoas de diversas origens. Ele reforçou seu compromisso com a liberdade de expressão e a diversidade, afirmando que nunca censurou mensagens de bandas e que o evento existe para promover música, conexão e respeito mútuo.

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