Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden, reforçou sua aversão ao Glastonbury Festival em entrevista ao jornal britânico The i Paper. Segundo o cantor, mesmo que recebessem um convite para tocar no evento, a resposta seria negativa — e por convicções que vão além do dinheiro.
Para ele, o Glastonbury representa um ambiente distante das raízes do heavy metal e excessivamente comercial para o espírito da banda.
O Glastonbury Festival, criado em 1970, é hoje um dos maiores do Reino Unido e atrai nomes variados da música mundial.
Ainda assim, Iron Maiden esteve fora da edição atual, que destacou artistas como Neil Young, Olivia Rodrigo, The 1975 e Rod Stewart.
A banda britânica, por sua vez, segue firme com a turnê europeia que celebra seus 50 anos de estrada. Dickinson reiterou o foco em shows autênticos: “Não é só sobre ganhar dinheiro — queremos multidões reais e energia verdadeira nos palcos.”
O Iron Maiden em 2025
Em plena atividade, o Iron Maiden opta por preservar sua identidade artística e fugir de eventos que não dialogam com sua proposta sonora e estética.
O posicionamento de Dickinson reforça o compromisso da banda com os fãs e com o legado do metal.
A turnê comemorativa percorre estádios e arenas europeias, priorizando locais onde o público é realmente engajado. A ausência em Glastonbury é escolha consciente — mais ideológica que circunstancial.