Uma ex-assistente de Marilyn Manson voltou a reativar a ação judicial por agressão sexual movida contra o músico nos Estados Unidos. O processo, apresentado por Ashley Walters em 2021, passou por uma série de idas e vindas no sistema judiciário ao longo dos últimos anos.
A ação civil foi inicialmente arquivada, depois retomada após recurso, e novamente rejeitada em dezembro de 2025 sob o argumento de que havia ultrapassado o prazo legal para tramitação. No entanto, na última segunda-feira, o juiz Steve Cochran determinou a reabertura do caso com base em uma nova legislação do estado da Califórnia.
A decisão se apoia na Assembly Bill 250, que entrou em vigor em 1º de janeiro e estabelece uma janela de dois anos para que supostas vítimas de abuso sexual possam apresentar processos judiciais que antes estariam prescritos. Com a nova lei, ações anteriormente consideradas fora do prazo podem voltar a ser analisadas pela Justiça.
Com isso, o processo de Ashley Walters contra Marilyn Manson retorna à esfera judicial, dando continuidade a um caso que tem se estendido por quase quatro anos.